Nice

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Sábado passado fiz uma coisa sem planejar, o que é sempre bom. Estava desmotivada e sozinha em casa, com planos de ficar no computador o dia inteiro, até que uma amiga me liga pra encontrar ela em Nice. Me troquei o mais rápido possível, peguei minha máquina, e consegui pegar o trem seguinte.

Pelas minhas contas, essa foi a quinta ou sexta vez que fui pra Nice (as duas primeiras com a escola de francês em agosto, como eu mostrei no post Verão), e cada vez é um pouco diferente, porque sempre estou com alguém diferente, mas ao mesmo tempo, tenho a impressão que é sempre a mesma coisa. Pego o trem, viro a esquerda da estação, e ando a rua de lojas, entrando sempre nas mesmas. H&M, Pull and Bear, Hollister, uma vintage, McDonald’s, algum café, e assim vai… Com uma mudança ou outra. Mas é sempre bom! Uma boa energia.

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As fotos de cima são na estação de Cannes la Bocca e dentro do trem pra Nice, e as de baixo são algumas em Nice, e umas compras que fiz por lá com a Pauline (quarta foto). A Pauline foi uma das primeiras pessoas que conheci aqui… Nos identificamos bem porque no ano anterior, ela tinha feito intercâmbio para os Estados Unidos, e foi bom pra mim e pra ela encontrar alguém com uma experiência dessa em comum. Nesse dia em Nice, conheci um casal de amigos dela, Anais e Philippe, e depois de um crepe de Nutella em um café (terceira e quarta foto), fomos pro McDonald’s, e perdi o meu trem… Tant pis. Valeu a pena.

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Mônaco

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Estava para fazer este post há muito tempo. Mas como já tinha começado mas acabei o perdendo, a preguiça duplicou, e acabei sem re-escrevê-lo. Vai aí ele de novo.

Na terça-feira 16/4, durante minhas férias de duas semanas, fui para Monaco com uma amiga dinamarquesa – daqui. Já tinha ido para lá uma vez em agosto, com uma curiosidade louca de turista, e companheiros igualmente turistas, ou seja, além de andar e procurar o McDonald’s, não fizemos nada, e fui embora de lá com a impressão – não falsa – de que não tem nada pra fazer no famoso principado.

Falando sobre Monaco com essa amiga da minha sala, ela me disse que Monaco era seu lugar preferido, e lá sentia muita paz… Monaco era seu pequeno refúgio, e quando chegamos, ela me explicou um pouco mais sobre porque ela gostava tanto de lá, e deu muito bem para seguir seu raciocínio.

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Aqui na França (pelo menos no sul), como grande parte dos países dignamente populosos, não existem praças silenciosas, onde todo mundo se respeita, e literalmente vive em harmonia. E em Monaco, sim… E mesmo sendo considerado “a mesma coisa que a França”, não é mentira que logo que se chega em Monaco, sentimos um ambiente diferente e muito harmônico, e graças à Anne, descobri que não se deve ir pra lá durante o dia procurando várias coisas pra fazer.

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Ter um lugar onde se pode comer sentado na praça sem incomodo nenhum, enquanto se respira uma ótima atmosfera é raro, e em Monaco, dá muito bem pra fazer isso… É só observar bem, e saber admirar a paz do lugar.

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Páscoa em Saint Tropez

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Meu feriado de páscoa foi bem diferente das páscoas que eu tenho normalmente… Dessa vez ele passou mais sendo um feriado normal, onde um dos dias, as crianças colecionaram ovinhos de páscoa de manhã. Quase não comi chocolate, não tive uma reunião familiar onde comemos todos juntos na casa da vovó, e nem escolhi um ovão de páscoa que acabou ficando dias na geladeira. Mas foi bom… Foi um feriado muito bom.

IMG_1995 IMG_1999 IMG_2004 IMG_2056IMG_2060IMG_2017IMG_2023   E na manhã, as crianças foram caçar os ovos, e eu fiquei pro lado de cá, assistindo a felicidade e re-sentindo a sensação que tinha nos dias de páscoa durante a minha infância. A sensação de que já que todo mundo tá contente, e a família reunida, nós crianças ficamos moralizados, e podemos fazer o que quisermos… A gente sabe que ninguém vai tirar nossa alegria.IMG_2065 IMG_2066 IMG_2067 IMG_2068 IMG_2070 IMG_2072 IMG_2077 IMG_2090 IMG_2091 IMG_2099 IMG_2111

Fomos para Saint Tropez na casa de uma tia, e vi um lado bem diferente da cidade tão famosa pelas suas noites e baladas. Essa casa de férias da tia é em um ‘camping’, uma coisa que eu nunca tinha feito, mas sempre tive vontade. São aquelas casas/trailers, que ficam juntas em um espaço bem grande, e nessa caso, tinha spa, cafés, restaurante, e carrinhos de golf… Tudo isso do lado da praia. Com certeza um lugar bem único.

Une belle journée

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No fim de semana passado, encontrei com um amigo no centro da cidade para começar um projeto (que vou explicar mais para frente, se der certo). Depois acabamos andando pela região mais turística da cidade, que é constituída pelo palácio do festival e a borda da praia ao lado, que é paralela à Croisette, onde ficam as grandes lojas e hotéis da cidade…

Na foto seguinte, dá pra ver o cenário típico cannois, e  as outras que seguem são do mesmo dia, que eu me diverti tirando fotos de coisas que me marcam na cidade, como os barcos, os inúmeros carrosséis, as árvores que eu não sei o nome, e o casino (que dá pra ver uma pontinha).

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Essas duas últimas fotos são dedicadas ao Romain… Amigo fiel daqui, e um grande companheiro ‘cinematográfico’. Essa primeira é a mão dele organizando algumas ideias, e a segunda , um barquinho de controle remoto que ele diz ter feito parte de sua infância, naquela mesma fonte.

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À bientôt!

Nina

I.III.MMXIII

Esse dia foi bom… Saí de casa de manhã pra encontrar uma amiga que ia fazer sua segunda tatuagem, e eu estava lá pela segunda vez, morrendo de vontade de fazer uma(s) também… Mas por enquanto não tenho a autorização (mas isso é outro assunto). Esse dia foi bom porque foi o tipo de dia em que eu vivi o que não viveria se não estivesse longe de casa, e longe da rotina da minha ‘vida real’.

IMG_1181ImageImageImageImageImageImageImageImageImageO que me fez bem esse dia foi a sensação de liberdade, que (diferente do que a gente pensa), não é fácil sentir. Nesse dia, como muitos dos outros que eu vivo aqui, eu tive controle total de onde ir, o que fazer, e porquê fazer. Eu sabia que tinha quase o dia inteiro de incontáveis fotografias pra tirar e incontáveis chocolates quentes pra tomar (fiz rima por acaso). É claro que a liberdade não se limita em chocolate quente, mas é por isso que, do meu ponto de vista, é difícil sentir verdadeiramente a liberdade… Chocolote quente é minha mera alegoria.

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Desejo liberdade aos meus melhores inimigos!

À bientôt!!

Dina Nina

Passei o dia com uma de minhas melhores amigas daqui. Gosto de falar que pra cada pessoa que a gente se entende, tem uma base pra nossa conexão. Tenho inclusive uma lista no meu celular, onde me refiro à cada um daqui com uma palavra do tipo: paixões, espírito… Definindo o tipo de conexão que tenho com cada um… Ou melhor, o que me liga à cada uma dessas pessoas.

Na minha lista, o que me liga com a Dina é mais que uma palavra só. Chamamos uma à outra de gêmea… E temos a mania de falar: “On est pareilles…” (A gente é igual) toda vez que descobrimos alguma coisa em comum.

Eu falo sempre pra ela que seus valores, interesses, são parecidos com os das minhas amigas do Brasil, e por isso sinto que ela é um porto seguro pra mim aqui.

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Perto do Palais des Festivals, tem umas praças bem ‘agréables’ que são ligadas pela costa do mar… É lá que fica a figura do Jack Sparrow e o carrossel que eu amo!! Paralelo à isso tem a avenida com as grandes lojas. As fotos são nessa região lojas/palácio/mar…

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Primeiro a gente foi em umas lojas que eu não conhecia aqui… Acabei comprando o ‘moletom’ da foto, com as mangas bordadas em uma lojinha pequena que eu nem sei o nome!! Fomos pra casa dela mais tarde, e sua irmã tinha feito uma torta de maçã deliciosa…

À bientôt!

Verão – Parte 2

A partir daqui são as duas últimas semanas do primeiro mês… O Anatolij, a Esther e outros amigos já tinham ido embora, mas continuei fazendo os passeios com a escola. Tinham ainda alguns suíços, e bastante japonês fofíssimos!

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Esse dia a gente foi no museu do picasso em Antibes… Que é LINDO! Sinceramente, acho que a paisagem, e o castelo onde fica o museu (antigo castelo onde ficava seu atelier) já valem a pena ir visitar… As três primeiras fotos são na parte de fora do museu, e a última é uma do lado do porto de Antibes.

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Eu nunca soube que o ‘Azul Klein’ tinha esse nome por causa do artista que ‘descobriu’ a cor… Achava (e tenho vergonha de admitir), que esse tom de azul tinha esse nome por causa de Calvin Klein… Eu sei, NADA A VER, mas nunca tinha refletido muito bem sobre isso. Mas esse dia em Nice, eu descobri que foi um artista francês (Yves KLEIN) descobriu essa cor a partir dos pigmentos de tinta com que ele trabalhava… É isso que eu tenho no dedo na segunda foto. Tinha um ‘tanque’ gigante com esse pigmento, que obviamente não podia encostar, mas eu não resisti, tive que quebrar as regras do museu…

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Vou acabando os posts de verão por aqui!! Outra coisa que eu adoro fazer aqui é ir em ferinhas e mercados… Esse dia em Saint Tropez comprei esses dois livros antigos, e o relógio de de serpente. Tem uma variedade tão grande de coisas nessas feirinhas que eu podia ficar nelas o dia inteiro, e essa de Saint Tropez é gigaaaante, e tem de queijo até coisas antigas de marca…

À bientôt!